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El régimen de IVA para pymes que España aún no aplica

España es, de momento, el único país de la Unión Europea que no ha adaptado al ordenamiento interno una directiva del IVA pensada para aliviar cargas fiscales de pequeñas empresas. Esta norma está en vigor en la mayoría de la UE desde el 1 de enero de 2025, pero aquí todavía no se puede utilizar porque no se ha traspuesto completamente.

Esto no es un detalle técnico: afecta a la gestión fiscal de autónomos y pymes, especialmente si venden productos o servicios dentro de la UE. En las siguientes líneas explicamos en qué consiste esta directiva, qué beneficios puede ofrecer y qué ocurre en España hoy.

Qué es la directiva del IVA para pymes

La norma procede de la directiva (UE) 2020/285, que modifica el sistema común del IVA con un régimen especial para pequeñas empresas. Esta directiva estaba pensada para reducir la burocracia del IVA y facilitar la actividad de negocios con facturación limitada.

Desde el 1 de enero de 2025, los países de la UE pueden aplicar un régimen opcional en el que las pymes que cumplen ciertos requisitos no tienen que repercutir IVA, ni asumir tantas obligaciones formales como en el régimen general.

El objetivo es que los negocios pequeños dediquen menos tiempo y recursos a gestionar el impuesto y tengan una carga fiscal más proporcional a su tamaño.

Cómo funciona este régimen en la UE

En los países que ya han traspuesto la directiva, el régimen especial de IVA a para pymes funciona así:

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