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Ya se conoce la lista de los 417 medicamentos que no financiará la Seguridad Social

Más de 400 medicamentos dejan de financiarse públicamenteA partir del lunes, combatir los problemas leves de salud se van a convertir en dolores de bolsillo. Y es que según ha publicado hoy el Boletín Oficial del Estado alguno de los medicamentos más comunes en los hogares como al Almax para calmar el ardor de estómago, el antidiarrieco Fortasec, o el famoso Fastum gel para calmar el dolor muscular pasan a la lista negra de los productos no financiados por la sanidad pública.

Estos son sólo tres ejemplos pero la lista, que se puede consultar en el BOE, está compuesta por nada menos que 417 medicamentos que los consumidores tendrán que pagar en su totalidad. Con esta medida el Gobierno asegura que ahorrará 450 millones de euros.

La medida, que en un principio estaba prevista para entrar en vigor el próximo 1 de septiembre, comenzará a hacerse efectiva a partir del lunes. El cambio responde, tal vez, al miedo del Ejecutivo a que los consumidores hicieran acopio de esos medicamentos antes de la entrada en vigor anunciada. Aunque eso debería ser muy posible, ya que aunque los medicamentos no vayan a ser financiados por la Seguridad Social el farmacéutico no podrá expedirlos si el paciente no presenta la correspondiente receta médica.

El listado de fármacos excluidos del Sistema Nacional de Salud fue motivo de debate en el Consejo Interterritorial de Salud, que se reunió el pasado 27 de junio. Andalucía, País Vasco y, en menor medida, Cataluña criticaron que Sanidad les informara a última hora sobre esta propuesta , mientras que las comunidades autónomas del PP respaldaron esta medida porque supondrá un ahorro importante. Los socialistas consideran que medidas como el copago sanitario y el «medicamentazo» no conseguirá los ahorros previstos y supondrán más recortes.

En cualquier caso, la orden ministerial contempla una revisión periódica del contenido de la esta lista negra.

 

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